Dizem as más línguas, principalmente de Brasília, que a malta bolsonarista não dorme desde a semana passada. Motivos não faltam. Os que conseguem pregar os olhos, no entanto, têm pesadelos terríveis com a Polícia Federal. Outro fato que desestabiliza a turma bolsonarista são os relatos originários dos condenados pela tentativa de golpe de oito de janeiro de 2023. Nesses momentos não são raras expressões de desespero e até mesmo lágrimas. Nas conversas do círculo mais próximo do “capitão”, os nomes mais citados são os do tenente-coronel Mauro Cid e do general Paulo Sérgio Nogueira. Cid, por motivos óbvios. Ele pode implodir definitivamente o bolsonarismo, no seu tão ansiado segundo depoimento. No qual os rapazes e moças da PR esperam que ele mitigue o dito e o não dito dos depoimentos estrelados. O general Paulo Sérgio Nogueira já é dado como caso perdido. E deve ser uma das cabeças entregues para o sacrifício. No mundo dos pobres normais diríamos que a batata dele está assando.