Para botar um ponto final na polêmica ambiental da Praia do Buracão, basta aos vereadores de Salvador aprovar o projeto de lei, de autoria do presidente da Casa, Carlos Muniz, que desapropria o terreno onde há a pretensão de construção das torres. A área, então, se tornaria pública e nela a prefeitura construiria uma praça. Mas será que os edis soteropolitanos serão capazes de resistir aos encantos da antiga Odebrecht, que está de volta a todo vapor? Acabou de ganhar, travestida de Tenenge, o maior lote de obras daquela que foi o estopim da operação Lava Jato, a inacabável refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Pelo serviço à Petrobras, são R$ 8 bilhões.