Chiquinho Brazão foi escolhido para comandar a Secretaria Especial de Ação Comunitária (Seac) do município do Rio de Janeiro, em outubro de 2023, no bojo das negociações políticas para que o prefeito tivesse uma base na Câmara dos Vereadores. E se afastou para retomar a cadeira de deputado federal em fevereiro, quando surgiram as primeiras informações sobre a delação premiada de Ronnie Lessa, o assassino de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. E quando Chiquinho saiu, Ricardo Abrão herdou o cargo. Aliado de longa data da família Brazão, Ricardo manteve todos os assessores nomeados por Chiquinho. O “combinado” acabou na terça-feira, por razões óbvias.