Coronel vermelho

Figura afável em seu tempo de Petrobras, de onde coordenava a liberação de patrocínios para festas de São João de prefeituras do interior, o que lhe rendeu os votos para se eleger deputado, Rosemberg Pinto tem sido enquadrado, até por correligionários, como aquele tipo: “dê dinheiro, mas não dê poder”. Tornou-se um autoritário e arrogante “coronel vermelho”, como vem sendo chamado. Acha que pode tudo. Ataca jornalistas que fazem matérias que não lhe agradam e até campanha antecipada. No último final de semana, comandou carreata para sua pré-candidata à prefeitura de Ilhéus.

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