Quem lavou as mãos para a demora na instalação do Conselho de Ética foi o presidente da Alba, deputado estadual Adolfo Menezes. “Né comigo, não”. Há tempo ele já apontara que cabia aos líderes do governo e da oposição a indicação dos parlamentares para a formação do colegiado, que vai decidir o encaminhamento para votação em plenário da expulsão do deputado Binho Galinha e evitar a mácula para a instituição.