O retrocesso baiano é cíclico. O epíteto “Terra do Já Foi ou Já Teve” é antigo. Remonta os tempos em que Salvador deixou de ser a capital do Brasil Colonial. Durante o Império, a relevância nacional da Bahia ainda perdurou por um tempo, mas com a promulgação da República a marcha ré foi engatada com alguns suspiros de avanço nos anos 1950/60, motivados pela descoberta do petróleo e o reitorado de Edgard Santos na Universidade Federal.