Na guerra pelo multi bilionário mercado de combustíveis brasileiro, o oligopólio formado por Raízen, Vibra (“BR”) e Ipiranga, que dominam o mercado há décadas e são os membros fundadores e patrocinadores do Instituto Combustível Livre (“ICL”), tem utilizado narrativas duvidosas para tentar eliminar concorrentes em ascensão. Além de denúncias ao Ministério Público, muitas julgadas improcedentes, o ICL tem tentado associar seus concorrentes a práticas de adulteração e associação ao crime organizado. Apesar das tentativas, o ICL tem deixado transparecer o que realmente lhe incomoda. Num produto onde grande parte do preço é formado por impostos estaduais, o grande fator para a competitividade tem sido justamente o pagamento dos impostos ou sua postergação.