Se está com o marketing afinado com o anseio popular, a política é o calcanhar de aquiles de Caiado. Sua ambição presidencial não é de agora. Vem do início da redemocratização brasileira quando disputou as eleições de 1989. Mas seu principal problema, atualmente, são os próprios correligionários. Em seu partido que está mais para Desunião do que União Brasil, quem diz apoiar a sua pretensão presidencial em 2026 é “da boca pra fora”. Na surdina, tenta articular a participação como vice de chapa com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.