Com habilidade ímpar, o governador de Minas Gerais foi colocado no “corner” pelo presidente do senado Rodrigo Pacheco. Sem o acordo proposto por Pacheco para a dívida multi bilionária de Minas, Zema será forçado a voltar a parcelar o salário dos servidores, justamente em um momento onde ele defende aumento de mais de 300% para seu salário e para cargos estratégicos no governo.