As relações perigosas do presidente Lula com o chavismo o deixam numa tremenda sinuca de bico, um dilema atroz. Ao insistir em empurrar com a barriga, tergiversando sobre atas, ele vê esvair o seu prestígio internacional e a sua popularidade no Brasil. Pior, sinaliza certa conivência com o atentado à democracia que se evidenciou nas eleições da Venezuela. Estaria o pusilânime e hesitante posicionamento de Lula na questão da Venezuela sendo motivado pelos compromissos firmados no tão controverso Fórum de São Paulo, organização de partidos de esquerda, fundada por ele, Hugo Chávez, Fidel Castro e outros?