Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, mais uma vez atrai atenção com declarações que levantam dúvidas sobre seu equilíbrio emocional e psicológico. Em sua recente fala, insinuou que setores da “direita cheirosa” poderiam estar planejando assassinar seu próprio pai. A fala, carregada de teorias conspiratórias e desconfianças, reflete um padrão de comportamento observado em Carlos desde o início de sua carreira política e que, de certo modo, espelha os traços paranoicos e desconfiados de seu pai. Essa característica, que podemos considerar como uma “loucura congênita hereditária”, é alimentada por um ambiente onde a ameaça, o conflito e a criação de inimigos invisíveis parecem fazer parte do cotidiano. Não se trata, obviamente, de uma esquizofrenia clínica, mas de uma espécie de paranoia política que se manifesta em discursos desconexos e em acusações infundadas. Essa “herança familiar” marca os Bolsonaros, numa lógica que faz de qualquer um que questione suas ideias um inimigo em potencial.