O levantamento acaba de ser feito e para 100 mil habitantes 34% a 36,5% apresentam mortes e violências. As regiões mais implicadas são o Nordeste e o Norte, vindo a seguir o Sul e o Centro-Oeste com números também altíssimos. Tudo isso se deve à formação de quadrilhas e grupos em todo o país, mas sobretudo à ineficiência dos órgãos de inteligência. É por esta razão que o governo está preocupado em criar leis e instrumentos imediatamente para tentar conter o avanço dessa violência. O lamentável é que alguns políticos querem transformar um caso tão cruel em ganho, principalmente os bolsonaristas e, sobretudo, aqueles que vivem da venda de armas.