Fundação Gregório de Matos, IPAC, IPHAN: algozes ou defensores do patrimônio?

A burocracia imposta por esses órgãos torna quase impossível reformar prédios tombados. Licenças demoradas, exigências excessivas e falta de apoio financeiro resultam no abandono de igrejas e casarões históricos. Em vez de preservar, impedem a restauração. O patrimônio não resiste à espera e acaba em ruínas. No fim, quem deveria proteger se torna seu maior algoz.

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