Se alguém pensava que o índio ficaria dentro da oca, esqueça. A disputa pelo comando da Embasa mostrou que Jerônimo Rodrigues não quer mais ser apenas um afilhado político de Jaques Wagner e Rui Costa. Ao impor um nome da sua “cota pessoal” e vencer a queda de braço com seus padrinhos, o governador sinaliza que deseja autonomia e protagonismo. A criatura tenta superar os criadores – resta saber se conseguirá.