Enquanto Rio e São Paulo se unem na festa, na Bahia, o Carnaval escancara a divisão política. Aonde um vai, o outro não vai. O governador Jerônimo sempre com o “pitbull” Geraldo Jr. a tiracolo. O prefeito Bruno Reis não precisa de porta-voz. O evento que deveria celebrar a cultura vira palco de disputas, mostrando que, na Bahia, nem a folia escapa da disputa política.