Sem apoio de grande parte daqueles que o indicaram, como o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco, o ministro das Minas e Energia Alexandre Silveira só sobrevive no cargo graças ao papel que construiu no núcleo do governo. Com a Petrobras e leilões estratégicos na mão, há quem diga que Silveira garantiu centenas de milhões para a campanha do próximo ano.