O futuro dos bancos médios e da competição no mercado financeiro no Brasil está nas mãos do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Com pouca experiência e autonomia, o presidente do Banco Central jogou a toalha após uma pressão violenta de André Esteves, ainda sem apoio explícito da Febraban para “salvar” o Banco Master com dinheiro do FGC. Diferentemente de Galípolo, Haddad sabe muito bem o custo de uma campanha presidencial e as melhores formas de financiá-la. Com fama de mão de vaca, o bilionário banqueiro carioca deve perder a queda de braço para o jovem banqueiro mineiro. Só falta o avalista.