Não à toa, o streaming a cada dia lidera mais a audiência da tevê. YouTube, Netflix, Max e cia têm programação variada para todos os gostos e conteúdos bem mais edificantes do que o “mundo cão” dos canais abertos da televisão. Aos finais das manhãs e inícios da tarde, o show de horrores impera na Record, Globo e SBT. Disputam entre elas cenas apelativas de violência e miséria que causam esgar, asco e ânsia de vômito a quem se arrisca a assisti-las na hora do almoço. Será que a irrefreável perda de público que essas emissoras vêm sofrendo nos últimos tempos não os motiva a exibir outros tipos de programas?