A baiana Margareth Menezes, nomeada ministra da Cultura, nada faz pela preservação da nossa cultura local. Enquanto igrejas, museus e centros históricos despencam, ela acumula cachês gordos com shows financiados por prefeituras (R$ 640 mil só no Carnaval). O PAC para salvar o patrimônio histórico baiano, anunciado com pompa, praticamente não surgiu nas ruas da Bahia. O resultado? Nosso rico legado cultural ruindo para todos os lados, e ela apenas enchendo os bolsos.