Enquanto a Nestlé investe pesado na expansão da Garoto no Espírito Santo, a Bahia, maior produtora de cacau do país, segue no marasmo econômico. Chega de ilusão! A produção de chocolate artesanal não tem expressão econômica para o estado. É simbólica, não gera desenvolvimento em escala. Cadê uma grande indústria? Cadê a política de atração de investimentos? Com a palavra, o governador Jerônimo. Está na hora de cair na real!