FL no Spotlight

A primeira fase da operação de combate ao crime organizado colocou holofote no chamado “second tier” da Faria Lima, especialmente na REAG, que administra mais de R$ 340 bilhões em fundos de investimentos. Com o desdobramento das investigações, nomes de outras corretoras que administram fundos dos investigados deverão ser novos alvos de operações de busca e apreensão.

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