Extremamente ocupados com instituições financeiras mais relevantes, o Banco Central, a CVM, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal têm dado pouca atenção para a gestora abençoada e as cotas de fundos duvidosos que já respondem por grande parte do balanço do banco da igreja. Até agora, a conta só chegou para um conhecido televangelista, escritor, teólogo e empresário brasileiro que tenta desesperadamente se desfazer do negócio.