No Brasil, apenas sobrevivem o Globo, no Rio, Folha de São Paulo e o Estado de São Paulo em São Paulo. Assim mesmo com redução de circulação, que já não são mais jornais nacionais. No Nordeste, a situação é crítica. Todos ou a grande maioria está na UTI. Para se ter uma ideia, na Bahia, o jornal, hoje, de segunda maior circulação é o Correio da Bahia, graças à Rede Bahia de televisão que sustenta o jornal da família Magalhães. Na primeira colocação no estado e em todo o Nordeste, conseguindo superar a crise com parcerias na área cultural e de entretenimento, ainda está o A Tarde.