BR-101 na Bahia: a espinha dorsal que faz o Estado crescer II

No Extremo Sul, a travessia do rio Jequitinhonha, em Itapebi, simboliza essa nova fase. Recuperar a ponte antiga e erguer uma nova não é apenas engenharia, é reconstrução de confiança. É a mensagem concreta de que o Estado voltou a investir em infraestrutura essencial, após anos de promessas paradas no papel. A concessão BR-101 ES/BA, reestruturada em 2024, reforça esse novo ciclo com investimentos privados, redução de pedágios e obras de duplicação e capacidade no eixo sul. A combinação entre recursos públicos e privados marca uma virada histórica na política de transporte da Bahia, que volta a enxergar a rodovia não apenas como via de passagem, mas como instrumento de desenvolvimento regional. Por que isso importa para você? Porque logística não é abstrata: é o preço do seu gás de cozinha, o prazo da sua entrega, a vaga de trabalho no polo industrial, o turista que chega na alta estação. Cada quilômetro recuperado na BR-101 tira atrito da economia, baixa o Custo Bahia e cria ambiente de negócios estável. Depois de mais de uma década de espera, a Bahia reencontra na BR-101 o caminho da eficiência, da integração e da esperança. A mensagem é simples: a BR-101 é a espinha dorsal da integração baiana. Mantê-la viva, segura e eficiente é política de Estado, não de governo. Sigamos acelerando duplicações nos trechos críticos, entregando contornos, concluindo a nova ponte em Itapebi e consolidando a manutenção de rotina. Quando a 101 anda, a Bahia inteira avança.

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