Sustentado pelo Banco Master desde a privatização da Empresa Baiana de Alimentos – EBAL, detentora do Credcesta, processo realizado na gestão do petista Rui Costa, o núcleo do PT baiano conquistou poder e prestigio nacional ao derrotar ACM Neto. Maior beneficiário de um contrato ilegal, entre o Governo da Bahia e o Credcesta, que garante a exclusividade na oferta de cartão de benefício consignado para os mais de trezentos mil servidores estaduais baianos, os petistas baianos receberam centenas de milhões do sócio baiano do Banco Master, Augusto Lima. Lima até então um empresário desconhecido de classe média, se transformou em um oligarca bilionário sustentado pela máquina petista