As duas últimas gestões da Universidade Federal da Bahia, lideradas por João Carlos Salles e seu sucessor Paulo Miguez, respondem pela degradação institucional vivida na última década. A perda de protagonismo, a deterioração estrutural e o enfraquecimento acadêmico têm comando e método. Não bastasse ter feito o sucessor, João Carlos Salles agora tenta retornar ao cargo. Candidatar-se novamente é afronta à alternância e à democracia universitária.