É indecente que um fundo partidário de R$ 6 bilhões fique na mão, majoritariamente, de cinco felizardos: os presidentes nacionais do PP, UNIÃO, PL, PT e PSD. É mais do que necessário o retorno das doações privadas. Em um país pobre, essa concentração de recursos públicos na mão de uma minoria é um verdadeiro escândalo. Distorce as disputas eleitorais e as demais siglas, transformando o Brasil em um curral eleitoral.