O próximo pleito eleitoral poderá reduzir drasticamente o número de partidos. A operação das maiores agremiações, aproximadamente cinco, é bruta e implacável. A ordem é dizimar os partidos médios e pequenos, aumentando, ainda mais, os fundos partidário e eleitoral do PL, PT, PP, PSD e UP. Só para se ter ideia do que isso representa, existem partidos cuja receita ultrapassa R$ 1 bilhão. Tudo dinheiro público. Isso que o discurso de financiamento público foi aprovado no Congresso com a justificativa de garantir maior competitividade às candidaturas. É o contrário!