A verdade aparece

O Banco Central apurou que o baiano Augusto Lima ainda atuava como administrador de fato do Banco Master doze meses antes da liquidação extrajudicial da instituição em novembro do ano passado. Como resultado da apuração, o Banco Central comunicou na última terça-feira a indisponibilidade de bens de Guga Lima. Com a decisão, o baiano será corresponsável pelo prejuízo bilionário deixado pelo conglomerado que administrou.

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