Seletividade Master II

Após o término do prazo para as instituições financeiras entregarem os balanços de 2025, o trabalho da equipe de fiscalização do Banco Central, comandada pelo baiano Ailton de Aquino, dobrou. Em dois casos, que continuam em destaque na grande mídia nacional, as liquidações só não saíram ainda por questões políticas, contradizendo as declarações de isenção de Gabriel Galípolo em sua última sessão na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Na prática, quem ainda manda no Banco Central é o presidente da República. A autonomia, que só existe no papel, é para inglês ver.

Os comentários estão encerrados.

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑