Depois de um escândalo familiar que atingiu um dos seus principais acionistas, o banco campeão de “compliances”, “moralismo” e “ética”, agora, se vê diante de um processo judicial envolvendo uma verdadeira “tunga” nas contas de seus clientes, através de descontos indevidos associados a supostas apólices de seguro e juros de cartão de crédito. Isso, durante 14 anos. O acordo feito pelo Judiciário e a instituição financeira cria tantos óbices para o ressarcimento dos valores desviados, que é praticamente impossível que as vítimas venham a ser indenizadas. Tudo isso acontecendo sem praticamente nenhuma divulgação. Um verdadeiro escândalo. Haja gastos com propaganda na Copa do Mundo.