Ele revelou o fracasso da violência da Bahia. Aplausos para ele. Agora, mais um trecho do artigo escrito pelo jornalista e escritor baiano Tasso Franco: “A cidade da Bahia, outrora pulsante às noites, com vida noturna sedutora agora só funciona no turno do dia. […] Até imagens de santos vivem em nichos enjaulados e furta-se os dízimos na Irmandade do Senhor do Bonfim […]. É isso, agora, proíbe-nos de sairmos às noites, de tomarmos um chopinho a beira orla, curtir o largo da Dinha, degustar o sorvete na balaustrada da Ribeira diante de tanta maldade e balas perdidas a voar. […] Devolva-nos essa velha vida senhores e senhoras autoridades das gravatas, togas e colarinhos engomados. Juro que tenho saudade desse tempo da cidade inteira e não pela metade […]. Somos, pois, os baianos da capital, da Cidade da Bahia outrora de paz e amor, plena, inteira, cheia, noite e dia, agora, apenas pássaros que somos regulados pelo tempo […]”.