Impagáveis os elogios do decano do STF ao “menino Ney” e ao “digníssimo” presidente — não sabemos por quanto tempo — da CBF. Só confirmou o que todo mundo dizia sobre a interferência do Judiciário até no futebol brasileiro. Não devemos duvidar se ele vier a ser, daqui a pouco, jurado de programas de calouros na televisão. Execrável.