Se o Brás é tesoureiro, a gente acerta no final

Como não poderia deixar de ser, vem mais socorro do Tesouro Nacional, através do BNDES, para remediar a “pixotada” presidencial no comércio com os Estados Unidos. A conta, claro, sobra para a população, através do aumento da carga tributária, castigada pela omissão e desfaçatez do Estado brasileiro atual.

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