O Reino Unido acaba de se colocar como o segundo maior investidor do Brasil, ficando atrás apenas, evidentemente, dos Estados Unidos.
Lula perde amigos, mas lembra
Em recente encontro no Palácio do Planalto, Lula, que adora pescar, lembrou dos dois grandes amigos que eram seus companheiros: o inesquecível deputado federal de Brasília Sigmaringa Seixas e o governador do Mato Grosso do Sul, Zeca do PT, e se emocionou.
Valdemar com medo dos bolsonaristas não vai se afastar
Embora punido pelo Tribunal Superior Eleitoral, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, não vai se afastar, ele acredita que um grupo bolsonarista quer tomar o partido, que inclusive já dividiu.
Qual será a desculpa agora do milionário Bolsonaro
A PF acaba de descobrir que Jair Bolsonaro enviou para os Estados Unidos US$ 800 mil. Em Brasília, a quarta-feira de cinza só foi sobre esse assunto. Qual será a desculpa do milionário Bolsonaro sobre a procedência desses R$ 800 mil?
O preço do cacau dispara. Ótimo para a Bahia
Um estudo do Fortune Insights relata de forma especial, em pesquisa realizada no mercado, que nunca no mercado global do cacau o preço explode. O mercado é avaliado em US$ 48 bilhões em 2022 e vai atingir US$ 68 bilhões até 2030. Nunca se consumiu tanto chocolate no mundo. Para a lavoura cacaueira da Bahia é uma bela notícia.
O eixo do mal
Nessa investigação, que intenta meter os golpistas na cadeia, onde devem “refletir” por um bom tempo, praticamente não há surpresas. Quem algum dia teve dúvidas sobre as reais intenções dos generais Braga Netto, Heleno, Pazuello et caterva; no trágico governo do “capitão” Jair Bolsonaro? Já se comportavam como ditadores de HQ. Quem lembra de algum projeto de interesse popular defendido por um dos três. Suas falas vinham sempre eivadas de ameaças, truculência, arrogância, autoritarismo e ressentimento. E no caso de Pazuello, que achava que ia escapar dos rapazes da PF, de morte. Quantas vítimas da Covid devem ser adicionadas ao seu currículo ministerial? Saudosos da ditadura (1964-1985), em nenhum momento demonstraram compostura ou mesmo preparo para os cargos que exerceram; lançando dúvidas sobre os processos seletivos e de formação que as Forças Armadas utilizam para constituir seus quadros. Os três “queimaram o filme” das Forças Armadas definitivamente. Agora falam em pacificação, perdão, anistia. Como esperar que um militar de alta patente, que não é capaz de responder por seus atos diante da Justiça, seja capaz de morrer pela pátria?
Chumbo trocado não dói: Braga Netto entra na mira do Exército
As ameaças publicadas nas suas redes sociais pelo general da reserva de pijama Braga Netto ao presidente Lula e ao comandante do exército tiveram resposta também nas redes sociais imediatamente. Informam que Braga Netto, ao chegar em Brasília, levou uma amiga e colocou no gabinete do então presidente Jair Bolsonaro. A amiga, mais tarde se descobriu, tinha o privilégio de conviver com Braga Netto no Distrito Federal, enquanto a esposa dele estava no Rio de Janeiro. É difícil para um general de pijama brigar com generais que têm tropas. Ele não tem nenhuma.
Panis et Circencis
Os governos baianos, tanto o estadual quanto o da capital, estão gastando demais com o circo e de menos com o pão. O Carnaval de 2024 é uma evidência ululante do desequilíbrio da política do panis et circencis, aplicada desde o Império Romano como meio de domar as massas. O alto cachê pago ao pagodeiro rebelde, que nem é da primeira divisão das estrelas da folia, revelado pelo prefeito Bruno Reis, dá uma ideia da fortuna empregada pelo município e o estado na contratação dos artistas para o Carnaval. Só com o cachê de Igor Kannário (R$ 360 mil), que cuspiu no prato que comeu, dava para o prefeito Bruno Reis proporcionar uma alimentação decente aos ambulantes que tanto reclamaram do tratamento que receberam da prefeitura. Já o governador Jerônimo Rodrigues, se economizasse na festa, poderia investir muito mais no programa Bahia com Fome, onde ele deixou de alocar R$ 200 milhões que estavam previstos no orçamento. Será que economizou no pão por causa do circo carnavalesco?
Pacheco e Lira não querem atrito com o Judiciário
O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, e o presidente da Câmara, Arthur Lira, não querem nenhum atrito com o Judiciário. Por essa razão, Pacheco não veio a Brasília esta semana, enquanto Lira foi para os Estados Unidos.
Péssimo exemplo
A Superintendência Regional do Trabalho na Bahia está dando um péssimo exemplo. Responsável pela fiscalização do cumprimento da legislação trabalhista em todo o país, a entidade federal está fazendo vista grossa ao não pagamento dos salários dos terceirizados que lhe prestam serviços. Os não concursados passaram o Carnaval, cantando a marchinha “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí”. Será que a via crucis da turma da limpeza e serviços gerais vai até a Semana Santa? “Casa de ferreiro, espeto de pau”.
Primeira líder de bancada da comunidade LGBTQIA+
O PSOL indicou a deputada federal Erika Hilton, do PSOL de São Paulo, para a liderança do partido, substituindo Guilherme Boulos, que disputa a prefeitura paulistana. Será a primeira vez na história do Brasil que uma mulher trans assume a liderança na Câmara dos Deputados.
Banco Santander Adota Trabalho Remoto para Gerentes, Deixando Clientes à Mercê do Atendimento Telefônico
Em uma decisão controversa que tem reverberado negativamente entre seus clientes, o Banco Santander recentemente implementou uma nova política de trabalho remoto para seus gerentes de agência. A medida, que visa adaptar-se às tendências modernas de flexibilidade no trabalho, acabou por distanciar ainda mais os clientes de um atendimento personalizado e direto, forçando-os a depender de ligações telefônicas para resolver questões que tradicionalmente eram tratadas face a face. Clientes do banco expressaram sua insatisfação e preocupação com a mudança, argumentando que o atendimento telefônico muitas vezes resulta em longas esperas, falhas de comunicação e uma falta de soluções personalizadas para suas necessidades financeiras. A decisão do Santander é vista por muitos como um retrocesso na qualidade do serviço ao cliente, comprometendo a confiança e a satisfação do consumidor. Especialistas do setor financeiro questionam a eficácia dessa estratégia, apontando para o valor insubstituível do contato humano, especialmente em operações que envolvem confiança e segurança financeira. A mudança levanta dúvidas.