Viralizou nas mídias sociais vídeos de usuários de óculos de realidade virtual nas ruas pelo mundo afora. Por causa de todo esse alvoroço, no dia 14 de fevereiro, Mark Zuckerberg, dono da Meta e criador do concorrente direto do óculos de realidade virtual da Apple, finalmente lançou um vídeo avaliando seu concorrente, o Apple Vision Pro. Mark não só menciona que o seu óculos de realidade virtual tem um custo menor, como também cita que o seu Meta Quest 3 supera o concorrente, da Apple, na maioria dos aspectos. No vídeo, filmado pelas câmeras do Meta Quest 3, Mark comenta também como os controles do Quest 3 são mais precisos e que a plataforma Meta tem maior variedade de jogos e aplicativos para os consumidores. Como impacto da circulação deste vídeo, especula-se que foram vendidos aproximadamente 17 milhões de dólares do Meta Quest 3.
O cálculo dos governadores que decidem a sucessão presidencial
São Paulo tem 34 milhões de eleitores; Minas Gerais, 16,3 milhões de eleitores; Rio de Janeiro, 12,8 milhões de eleitores. São esses três estados que decidem a sucessão presidencial. Os seus governadores já sabem como proceder.
O comandante do Exército prevê que Cid vai ser punido
O comandante do Exército afirma que Mauro Cid não chegará a coronel. Ficará como tenente-coronel até que se encerre todo o dilema dele que detonou os conspiradores da Constituição brasileira.
Propaganda enganosa
Gente conhecida de priscas eras de Nizan Guanaes nos mandam mensagens, lembrando do péssimo hábito do publicitário baiano de cortejar ninfetas. As vítimas das desafinadas cantadas eram filhas e irmãs, menores de idade, de amigas e amigos dele. As garotas ficavam constrangidas com o inconveniente galanteio do exibido balzaquiano. Tanta virilidade deselegante não passava de propaganda enganosa, que o diga a cantora Silvinha Torres, sucesso nos carnavais de Salvador dos anos 80. Ela teve um casamento relâmpago com o bambam da propaganda.
A PF detona Bolsonaro
Não bastassem os vídeos onde Jair Bolsonaro se autoincrimina, agora a Polícia Federal revela detalhes mínimos sobre a operação do golpe. Horário, nomes, assunto, tudo o que se passou no Palácio da Alvorada. É nitroglicerina pura.
Depois da mulher, Bolsonaro quer a volta do seu passaporte
Depois que Michelle Bolsonaro cancelou a sua ida aos Estados Unidos diante da gravidade da situação do marido, ontem foi a vez dele de pedir ao ministro Alexandre de Moraes, através dos seus advogados, o seu passaporte. O homem é louco ou não é?
Mais imposto, menos Perse
O governo federal está resistente em manter a renúncia fiscal do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). Embora haja controvérsia, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estima em mais de R$17 bilhões a perda de arrecadação. Faz falta ao caixa governamental que fechou o ano passado com déficit de mais de R$230 bilhões. Para suspender os benefícios fiscais, alega-se até desvio do propósito do programa, com suspeita de lavagem de dinheiro e outros ilícitos sob investigação da Polícia Federal. O governo jogou o barro com a Medida Provisória 1202/23 para cortar as isenções a partir deste ano. Mas não colou. O Congresso, que aprovou a prorrogação do Perse por cinco anos, reagiu. A bola continua quicando em Brasília, embora a vontade de Lula seja de cortar a onda dos beneficiários do Perse.
Mais poder, menos tributos
A voracidade tributária de Lula esbarra em muita gente poderosa que se beneficia das isenções do Perse. Na Bahia, tem emissora de tevê que faz parte de conglomerado com empresa especializada em eventos. Por sinal, apesar do fiasco de público do Festival de Verão, lavaram a jega com o que deixaram de pagar em impostos federais este ano. O negócio do entretenimento baiano tem vários braços que se beneficiam do Perse: camarotes, produtoras musicais e de eventos culturais, blocos de carnaval e restaurantes. É muita gente poderosa movimentando milhões de reais com essas atividades isentas de tributos: ex-prefeito e familiares, radialistas, deputados, vereadores, secretários e superintendentes, etc. Isso pesa na quebra de braço no Congresso Nacional.
PL descarta Ramagem para prefeitura do Rio
O PL já escalou o senador Carlos Portinho, do Rio de Janeiro, para substituir Alexandre Ramagem como candidato a prefeito do Rio. O espião da Abin está numa situação difícil e pode ser, a qualquer momento, preso.
Arranhões carnavalescos
No balanço do Carnaval 2024, o prefeito de Salvador, Bruno Reis, não ficou tão bem na fita como imagina. As imagens degradantes das condições de trabalho dos ambulantes pegaram mal. Reportagem do portal UOL deu a real da situação e circulou por todo o Brasil, mostrando o “dark side” (lado escuro) da folia baiana. Para piorar, o cantor Igor Kannário resolveu soltar os cachorros em cima do alcaide, que reagiu alegando pagamento de R$360 mil por duas apresentações do “Príncipe do Gueto”, livre de despesa com trio elétrico. Até pouco tempo, Kannário era deputado federal e correligionário do prefeito, que assim como ele foi afilhado político de ACM Neto. A sorte de Bruno foi que seu principal adversário nas eleições municipais deste ano, o coordenador lero-lero, teve uma performance ainda pior durante o reinado de Momo.
Bolsonaro condenado a pagar multa
O Tribunal Superior Eleitoral condenou Jair Bolsonaro a pagar uma multa de R$15 mil por associar o presidente Lula ao PCC durante as eleições presidenciais. Como se vê, o ex-presidente está no inferno astral.
Protesto no Carnaval
Os neo-incorporadores, grupo que reúne Grilão João Gualberto, ACM Neto, Sidônio Palmeira, Tiago Coelho e a antiga Odebrecht, não ficou esquecido durante o Carnaval. Se o mega luxuoso empreendimento planejado por eles na encosta da Vitória já teve a relutância do “imortal” Gilberto Gil, dessa vez os protestos partiram da banda BaianaSystem. Em show no Pelourinho, na terça-feira de Carnaval, o cantor Russo Passapusso mandou ver, criticando a iniciativa e anunciando: “Não faremos Carnaval embaixo de pedras”.