A Coelba não se emenda. Pensa que fazer publicidade é prestar bons serviços. Que o digam os moradores da Avenida Pinto de Aguiar, em Salvador. Ontem eles foram vítimas do descaso da empresa do grupo Neoenergia, que é controlado pelos gringos da Iberdrola. Receberam comunicado da companhia para que desligassem os disjuntores de suas residências, porque o fornecimento de energia seria suspenso das nove às 17 horas para a realização da troca de postes na região. Teve gente que trabalha em home office que se deslocou para a casa de parentes em razão da falta de luz. Outros adiaram serviços domésticos programados com diaristas. Enfim tiveram que alterar suas rotinas. Tudo bem, se um morador não tivesse tido a curiosidade, pelo início da tarde, de fazer uma consulta sobre o serviço dos postes a um grupo de operários da Coelba, reunidos em torno de três caminhões da empresa. A resposta: “o serviço foi cancelado”. A Coelba só esqueceu de comunicar à comunidade da Avenida Pinto de Aguiar. Não foi a primeira vez. O fato já ocorreu em outros bairros da capital baiana. O escárnio só vai acabar quando o contrato de concessão da prestação de serviços de distribuição de energia elétrica no estado da Bahia for rescindido pelo governo.
Uma jovem bonita assume o comando da PM do DF
A Coronel Ana Paula assumiu o comando da Polícia Militar de Brasília. Quem a nomeou foi outra mulher, a governadora em exercício do Distrito Federal, a deputada Celina Leão.
Brasília sente a falta de valores políticos
O melhor quadro político, hoje, de Brasília, é a deputada federal do PT Erika Kokay. Extremamente talentosa, culta e politizada, ela tem o reconhecimento do brasiliense e, com isso, se tornou o melhor quadro feminino do DF.
Vida toda
Após comprar milhões de reais em ações judiciais de aposentados por preço de banana através de um fundo de investimento, um banco com sede na Faria Lima, que tem um baiano como sócio e presidente, tem movimentado a alta cúpula do Supremo, com a ajuda de um ilustre senador conterrâneo em um negócio multi bilionário.
Vida toda II
A movimentação especial no caso já chamou a atenção de investidores especiais e bem informados que querem pegar carona para não perder a festa bilionária.
Terror no Equador
O terror instaurado no Equador pelo crime organizado serve de alerta ao Brasil. Se estava nas sombras, o narco-estado começou a dar sinais de que resolveu ocupar seu lugar ao sol na América Latina. Os equatorianos já assistiram ao assassinato de um candidato a presidente da República no ano passado. Agora acompanharam em transmissão ao vivo a ousadia dos bandidos de tomarem de assalto uma emissora pública de tevê. Em cinco anos, o Equador viu os índices de violência explodirem com a intensificação das ações criminosas de máfias, que usam o país como rota do comércio ilegal de drogas. Sem a devida proteção de suas fronteiras, o imenso território brasileiro tem sido solo fértil para as atividades ilegais dos narcotraficantes.
Nova modalidade
A Polícia Federal precisa ficar atenta a falsos “movimentos de quilombolas”. Há suspeitas de que o crime organizado esteja por trás de certas iniciativas dessa natureza. Na região de Morro de São Paulo, na Bahia, um caso ocorrido no final do ano passado apresenta indícios de essa ser a nova modalidade para a ocupação de territórios pelo tráfico de drogas e milícias. Reuniram incautos nativos e comandaram a invasão de uma propriedade privada, devidamente escriturada há décadas, que nunca fora questionada como de comunidade tradicional, quilombo. O líder da ação seria um forasteiro carioca que, expulso da Marinha, se radicou na região. A operação é toda organizada e registrada em vídeos a serem distribuídos nas redes sociais e mídia tradicional para que passe a ideia de que se trata de vítimas da sociedade. Durante o processo de reintegração da posse do terreno, determinado pela Justiça, não faltaram provocações aos policiais militares na tentativa de colherem imagens de violência. Emissoras de tevê caem no logro e enfocam as reportagens sob o viés das pseudovítimas, influenciando decisões de entidades públicas que deveriam investigar a situação em vez de fazerem juízo pelas redes sociais e tevê.
Pleno do STF vai julgar liminar da CBF
O pleno do Supremo Tribunal Federal, na volta dos trabalhos, vai julgar a liminar do ministro Gilmar Mendes que recolocou no cargo o presidente da CBF, o baiano Ednaldo Rodrigues. Se, porventura, como tudo indica, a liminar cair, aí vai ser um Deus nos acuda, mais uma vez, no futebol brasileiro. A Fifa não tem nenhum prestígio nos meios jurídicos internacionais, já que esteve também envolvida em vários escândalos.
PF vai consultar o FBI sobre as joias de Bolsonaro
No mês de março, uma equipe da Polícia Federal segue para Washington a fim de consultar o governo norte-americano sobre as joias que o ex-presidente Bolsonaro ganhou e vendeu. O fato assusta o ex-presidente e mais ainda os seus seguidores. Estão todos perdidos e já não confiam que podem vencer com nenhum candidato à sucessão presidencial.
Haddad e Tebet formam uma dupla que o governo gosta
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, estão se dando muito bem, formando uma dupla que agrada a Lula, ao vice-presidente da República e à maioria dos partidos que compõem o governo. Simone Tebet tem se revelado uma auxiliar competente sem ser submissa.
Na nova Operação Lesa Pátria, a PF vai prender muita gente ainda na Bahia
A Polícia Federal já deflagrou a 22ª Operação Lesa Pátria. Foram feitas prisões em dezenas de estados, inclusive na Bahia. Mas elas não vão parar no território baiano. Nesses territórios, os financiadores dos atos golpistas já foram denunciados ao ministro Alexandre de Moraes, que vai determinar as prisões. Serão mais de 40 no território da Bahia.
Os alvos
As regiões já foram identificadas. No extremo sul baiano, começando por Porto Seguro e toda a região. Também no oeste da Bahia e em Salvador/Camaçari. Neste último envolve Mata de São João, Praia do Forte, Interlagos, Vilas do Atlântico e outros balneários que financiaram a tentativa de golpe que a sociedade brasileira não permitiu.