Hospital Materno-Infantil Joaquim Sampaio de Ilhéus Recebe Reconhecimento Nacional pela Excelência em Enfermagem

O Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, localizado na região sul da Bahia, em Ilhéus, tem sido um marco de excelência e cuidado especializado. Recentemente, três enfermeiras da instituição foram agraciadas com o prestigioso Prêmio Anna Nery, um reconhecimento pelo seu destaque profissional nas áreas de Saúde da Criança e do Adolescente, e Urgência e Emergência. Este prêmio é um testemunho da dedicação e da qualidade dos serviços prestados no hospital. Esta notícia destaca o compromisso do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio com a excelência no atendimento, bem como o reconhecimento do valor e da competência dos seus profissionais de saúde. A Secretaria Estadual de Saúde da Bahia e a Fundação Estatal Saúde da Família – FESF, gestora da unidade, estão de parabéns.

Somente as redes de TV europeias mostram prisioneiros palestinos soltos pelos judeus

A CNN só dá o lado dos prisioneiros israelenses, isto em razão evidente da grande colônia judaica que vive nos Estados Unidos. Já as TVs inglesa, francesa, espanhola, portuguesa e demais, mostram os prisioneiros palestinos contando como sofreram também, a exemplo dos israelenses. Com tal parcialidade, é importante dizer que, no Brasil, a Globo só dá o lado israelense e nenhuma outra dá o lado palestino. Estão esquecidos, os dirigentes das TVs brasileiras, que, em São Paulo, o mundo árabe é muito grande. Para se ter ideia, a colônia libanesa em São Paulo é maior do que a população que vive no Líbano.

Que novela

Os brasileiros não suportam mais a novela da CBF afirmando que vai trazer o técnico do Real Madrid para dirigir a seleção brasileira. Ancelotti, sempre que é entrevistado, nega sua vinda para o Brasil. Mas os cronistas que a CBF financia insistem em dizer que Ancelotti pode dirigir a seleção brasileira. Aguardemos. 

O líder do “Escritório do Crime” foi morto na Bahia. Sempre ele teve o apoio da família Bolsonaro

Já se constitui em best-seller o livro “Milicianos” do jornalista Rafael Soares. Conta a triste história do progresso do crime organizado no Rio de Janeiro. Com dez mil páginas de documentos pesquisados, ele expõe a gravidade do problema. A tropa de elite da Polícia Militar tinha equipe de assassinos, alguns migraram para milícias e pistolagem, acabando no tráfico de armas e drogas. Jogo, milícias e drogas protegem-se sob uma capa de cumplicidade e empulhação. Os pistoleiros Roni Lessa, acusado de ter assassinado a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, e Adriano da Nóbrega, gerente do Escritório do Crime, não saíram do cenário. Em maio de 2015, quando o Rio era tomado pela chamada polícia pacificadora e pelo majestoso teleférico do Morro do Alemão, isso impressionou o mundo. 

A família Bolsonaro quer cumplicidade

O Escritório do Crime era gerido pelo ex-capitão da PM Adriano da Nóbrega e funcionava na Ilha do Governador. Enquanto ele esteve na PM sua tropa era conhecida como “Guarnição do Mal”. O então deputado estadual Flávio Bolsonaro apreciava-o. Patrocinou seu nome para uma condecoração e deu emprego à mulher e à mãe no seu gabinete. Apesar da solidariedade também de Jair Bolsonaro, que prestigiou-o indo ao seu júri, foi condenado a 19 anos de prisão. Meses depois, o Tribunal de Justiça anulou a sentença. Uma de suas irmãs diria: “O jogo do bicho ajudou.” Assim é o miliciano. Há de se lembrar que o então presidente Jair Bolsonaro acusou a polícia baiana de ter matado seu pistoleiro numa queima de arquivo. O que se fala no Rio é que o capitão também se encantou pela linda mulher do Adriano, a exemplo do filho Flávio. A leitura vale de qualquer maneira. 

Palácio de Ondina no Airbnb? Uma surpresa para a Bahia!

Preparem-se, baianos e turistas! Em um golpe de mestre, o Palácio de Ondina, essa suntuosa residência do governador da Bahia, vai aparecer no Airbnb. Isso mesmo, o cenário de decisões sérias e debates políticos agora será o seu próximo destino de férias! Já imaginou? Você, tomando café na mesma mesa onde leis foram debatidas, ou dando aquela espiadela no escritório onde, quem sabe, o destino da Ponte foi decidido. Somente quando o governador Jerônimo estiver em suas aventuras diplomáticas, e o vice assumir o papel de anfitrião da mais pitoresca hospedagem da Bahia. Dizem que a iniciativa surgiu numa conversa casual sobre como “socializar” mais o governo. E alguém levou a sério a ideia de “socializar” começando pela própria casa do governador. Aguardem, as reservas serão tão disputadas quanto uma eleição para governador. Só não se esqueça de deixar uma avaliação cinco estrelas e, quem sabe, sugestões para melhorar o estado. Afinal, não é todo dia que se dorme na cama do poder. Literalmente!

Temporada de terror

O governador Jerônimo Rodrigues está indo para a Conferência de Mudanças Climáticas da ONU (COP-28), em Dubai. A sua ausência, no entanto, já começa a gerar um clima tenso no governo. O seu substituto, o vice Geraldo Júnior, não perde tempo. É forte a pressão que, antes mesmo de sentar na cadeira, ele exerce sobre a Conder para a liberação de obras em Salvador. Na sua megalomania de se tornar prefeito, pressiona pela vultosa quantia de um bilhão de reais em realizações na capital. Não é só o presidente da Conder, José Trindade, a passar pelo afrontoso assédio. Outros gestores de pastas importantes também já sofrem de véspera o martírio do temporário governo de Geraldinho.

Gato escaldado

Não é só o primeiro escalão que está apavorado pela falta de semancol do vice-governador da Bahia. A Polícia Civil como um todo, desde investigadores, escrivães e delegados, está preocupada com a aproximação dele com o atual secretário de Segurança Pública (SSP), Marcelo Werner. Por trás de tanta paparicação, Geraldo Júnior estaria interessado em indicar o novo delegado-geral da Polícia Civil. Os servidores da SSP, que passaram maus bocados com o secretário que foi afastado por envolvimento na operação Faroeste, estão escaldados com Geraldinho, que era amigo do peito do ex-titular da pasta.

Fetiche por polícia

O vice-governador Geraldo Júnior já entrou para o folclore político da Bahia. Se o jornalista baiano Sebastião Nery ainda estivesse na ativa, certamente registraria em seu livro “Folclore Político” o fetiche dele por polícia. Ninguém consegue quantificar o número de seguranças com cargos no gabinete da vice-governadoria. É o batalhão do Geraldinho. O que não se entende é tanta polícia para proteger um homem só, quando não há nenhum policial em vários cantos da Bahia.

Sem surpresa. Lula escolhe PGR e ministro do STF 

O ministro da Justiça, Flávio Dino, vai para o STF. Bateu, levou. Foi esse o esquema dele. Isso impressionou Lula, que ontem nomeou o ministro da Justiça. Para a Procuradoria-Geral da República, Paulo Gonet, outro nome também de Lula, que assim fica com a PGR e quase a totalidade do STF. Tem apenas dois ministros contra, que foram nomeados por Jair Bolsonaro.

A presidente nacional do PT critica Wagner e promete que na Câmara derruba o que o Senado aprovou

Somente no próximo ano a Câmara vai apreciar o projeto de lei que o Senado aprovou, que cassou vários direitos da Suprema Corte. A presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann, faz duras críticas ao líder do PT no Congresso Nacional, o senador Jaques Wagner, da Bahia. Ocorre que ninguém acredita que Wagner e Lula briguem. Wagner já foi, inclusive, para a COP 28 e será uma de suas estrelas, quando todo o governo já está em Dubai. Além de governador, senadores, deputados federais e, o detalhe, líderes ambientais de mais de 150 países. Vai ser um evento extraordinário e Lula vai participar e depois segue seu périplo pelos demais países e termina na Alemanha. 

O Papa tinha razão

O maior líder religioso do mundo, o Papa Francisco, declarou que o genocídio, tanto do Hamas quanto de Israel, tinha que terminar. Por isso sofreu muitas críticas do mundo israelense, mas provou que estava certo. Israel está dialogando com o Hamas. Enquanto o país tem 6 milhões de habitantes, nos Estados Unidos tem 6 milhões de judeus que dominam o centro financeiro de Nova York.

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