O líder do “Escritório do Crime” foi morto na Bahia. Sempre ele teve o apoio da família Bolsonaro

Já se constitui em best-seller o livro “Milicianos” do jornalista Rafael Soares. Conta a triste história do progresso do crime organizado no Rio de Janeiro. Com dez mil páginas de documentos pesquisados, ele expõe a gravidade do problema. A tropa de elite da Polícia Militar tinha equipe de assassinos, alguns migraram para milícias e pistolagem, acabando no tráfico de armas e drogas. Jogo, milícias e drogas protegem-se sob uma capa de cumplicidade e empulhação. Os pistoleiros Roni Lessa, acusado de ter assassinado a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, e Adriano da Nóbrega, gerente do Escritório do Crime, não saíram do cenário. Em maio de 2015, quando o Rio era tomado pela chamada polícia pacificadora e pelo majestoso teleférico do Morro do Alemão, isso impressionou o mundo. 

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