O Escritório do Crime era gerido pelo ex-capitão da PM Adriano da Nóbrega e funcionava na Ilha do Governador. Enquanto ele esteve na PM sua tropa era conhecida como “Guarnição do Mal”. O então deputado estadual Flávio Bolsonaro apreciava-o. Patrocinou seu nome para uma condecoração e deu emprego à mulher e à mãe no seu gabinete. Apesar da solidariedade também de Jair Bolsonaro, que prestigiou-o indo ao seu júri, foi condenado a 19 anos de prisão. Meses depois, o Tribunal de Justiça anulou a sentença. Uma de suas irmãs diria: “O jogo do bicho ajudou.” Assim é o miliciano. Há de se lembrar que o então presidente Jair Bolsonaro acusou a polícia baiana de ter matado seu pistoleiro numa queima de arquivo. O que se fala no Rio é que o capitão também se encantou pela linda mulher do Adriano, a exemplo do filho Flávio. A leitura vale de qualquer maneira.