O ministro de destaque no governo Lula

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, esteve no último final de semana em Salvador. Ex-deputado de sucesso, agora assume o ministério e mostra que a agricultura familiar é importantíssima para o Brasil. Sem o uso de agrotóxicos e empregando milhares de pequenos agricultores, ele está feliz e promete realizar muito mais. Sobre a questão do MST, ele tem conduzido com habilidade mineira, embora seja de nascimento gaúcho. Aprendeu muito na sua vivência como deputado federal em Brasília. 

Record não dá folga ao “mundo cão”

O “mundo cão” não tem folga na Rede Record de Televisão. Não bastam as bizarrices expostas de segunda a sábado. Na manhã do último domingo, quem se aventurou a sintonizar a tevê no canal do pastor Edir Macedo se horrorizou com as imagens de um pé em estado de putrefação. “Podre!”, certamente avaliaria assim a programação da Record o estilista Clodovil com sua dicção tão peculiar. Que marca vai querer expor seus produtos neste show de horrores? Está explicada a estratégia comercial da rede de Edir Macedo em cima de prefeituras e governos, associada ao uso da concessão pública para promover a Igreja Universal do Reino de Deus e angariar dízimos com os incautos fiéis.

Na mosca. PT escolhe candidato sangue puro para disputar a prefeitura de Salvador

Este blog desde o início vinha apontando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem 75% do eleitorado baiano, sempre desejou que o candidato do partido para disputar sucessão municipal fosse sangue puro. Nesse último final de semana, o deputado Robson Almeida foi indicado pelo trio Wagner, Jerônimo e Rui Costa para disputar a sucessão em Salvador. O PT sabe que não será fácil vencer a reeleição do atual prefeito Bruno Reis, mas quer sangue puro.

A Guerra Ignorada: Conflito Russo-Ucraniano é Sombreado pela Nova Onda de Violência entre Israel e Hamas

Enquanto os olhos do mundo se voltam para o ressurgimento das hostilidades entre Israel e Hamas, outra guerra prolongada e devastadora continua a ser travada na Europa, longe dos holofotes. A guerra entre a Rússia e a Ucrânia tem estado em andamento há mais de um ano e meio e não mostra sinais de uma resolução rápida. O conflito, muitas vezes ofuscado por crises mais “recentes”, merece nossa atenção contínua e consideração. Ambas as situações são complexas e têm implicações significativas para a estabilidade regional e global. A guerra Russo-Ucraniana não é menos importante e deve ser tratada com o mesmo grau de seriedade e preocupação que qualquer outra crise humanitária em andamento.

Um Jogo de Exaustão

A estratégia da Rússia parece ser a de levar a Ucrânia à exaustão, apostando que os ucranianos ficarão sem soldados em campo primeiro. Esta é uma corrida contra o tempo, onde o recurso mais valioso é humano. A Ucrânia tem um ponto a seu favor: a Rússia está perdendo mais soldados no conflito. No entanto, a Rússia tem uma vantagem significativa em termos de reservas de mobilização. O país pode recrutar até 700 mil soldados por ano, o que lhe permite “remendar” suas perdas com um recrutamento de 20 mil soldados por mês. Apesar das desvantagens numéricas, a Ucrânia tem mostrado resiliência. Lutando com um “número muito menor” de soldados na linha de frente, o país não apenas tem resistido à ofensiva russa, mas também conseguido contra-ataques eficazes.

Rui Costa em Alagoas ficou entre dois inimigos

Ontem, em Maceió, o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, acompanhado do ministro dos Transportes, Renan Filho, lançou o PAC naquele estado. Ficou entre o presidente da Câmara, Arthur Lira, e o jovem Renan Filho. Se cumprimentaram formalmente, mas daí não passou. Rui Costa demonstra agora que além de um bom gestor está se transformando num belo político. 

O presidente do Congresso Nacional quer um freio nos gastos eleitorais

O presidente do Congresso Nacional, o senador Rodrigo Pacheco, quer gastar R$2,4 bilhões a mais e mais a inflação nas eleições de 2024. Os partidos políticos querem R$6 bilhões. Não respeitam nada nem ninguém. 

A via crucis do Planserv continua

A via crucis por um atendimento de emergência pelo Planserv continua. Ontem, uma sobrinha pelejava para que sua tia, de 79 anos, fosse socorrida em algum hospital que imaginava estivesse conveniado ao plano dos servidores públicos estaduais. A idosa, servidora aposentada, foi rejeitada nos hospitais Português e Santa Izabel, onde disseram que só estavam atendendo emergências ortopédicas. No Português, nada. Ao entrar em contato com este blog, a sobrinha iria tentar o socorro para a tia num tal Santa Clara. Cadê o Ministério Público que fica assistindo de camarote o dissabor dos mais de meio milhão de funcionários públicos baianos em busca de assistência à saúde, que não é de graça? Desconta todo mês no contracheque.

Pito ou apito

Apito só para o índio que merece, que tenha algo de bom a oferecer pela troca. Era assim no tempo de Cabral. Na Bahia do Século XXI, o Índio que a governa está precisando de pito. Tem que ser um daqueles que o faça cair na real. Perceber que o seu primeiro ano de mandato é uma lástima. Não está agradando ninguém. Talvez só a mídia que recebe os caraminguás para se calar diante deste fiasco de gestão. Os servidores públicos enfrentam a pior crise do Planserv, que vem lhes causando humilhações equivalentes às do SUS. O cidadão, coitado, vive aprisionado dentro de casa, com o terço na mão, a pedir proteção divina. A bandidagem tomou conta do estado e espalha terror por tudo que é canto. Segurança pública que é bom, zero. Os empresários, por sua vez, que já sofrem com a fraca economia, não sabem de onde vão tirar para pagar mais um aumento de impostos. No caso, o ICMS que começou o ano com a alteração da alíquota de 18% para 19% e agora vai para 20,5%. Se ligue, governador Jerônimo!

Pra pobre acreditar

Para especialistas da indústria de fundos da Faria Lima ouvidos pelo blog, a anunciada taxação dos fundos dos multi-milionários e bilionários é mais uma jogada de marketing do governo de Lula para seu eleitorado mais fiel. Com efeito limitado sobre a maior parcela das aplicações patrimoniais e, considerando os diversos mecanismos à disposição dos gestores e seus consultores tributários, dificilmente o governo federal irá arrecadar sequer um quarto do que anunciou.

Pra pobre acreditar II

A taxação dos fundos dos “ricos” faz parte de medidas clássicas de governos populistas de esquerda e a história demonstra que seus efeitos são sempre negativos, pois afastam grandes investidores locais de manter a gestão do seu patrimônio e seu domicílio fiscal no país. Não é à toa que vizinhos como o Uruguai e o Paraguai têm atraído tantos bilionários brasileiros, em busca de um lugar mais seguro. No Uruguai, por exemplo, nem mesmo o esquerdista José Mojica, que governou o país de 2010 a 2015, se atreveu a fazer o que Lula está fazendo, pois tinha consciência dos prejuízos para o país.

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