O presidente da Turquia, Erdogan, num comício com milhares de turcos, chamou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de terrorista, afirmando que a Turquia apoia o Hamas. Ontem, foi a vez do Iêmen também emitir uma nota oficial e dizer que está do lado do braço armado Hamas. Mil anos depois, Israel provoca a volta das cruzadas onde judeus e muçulmanos começaram a lutar. Para se ter uma ideia da gravidade do período atual, as embaixadas judias todas têm policiais reforçando, bem como as sinagogas todas estão cercadas de policiais. Por fim, os três maiores braços armados, Hamas, Jihad Islâmica e Hezbollah, acabam de se reunir no Líbano e disseram que Israel vai pagar.
Rindo à toa
O costumeiramente sisudo ministro da Casa Civil, Rui Costa, passou a segunda-feira com um largo sorriso no rosto, o que chamou a atenção de muita gente. Uma vez que não havia ganhado na Mega-Sena, que mais uma vez ficou acumulada, o motivo do júbilo de Rui Costa só poderia ser os escorregões do seu colega da Fazenda, Fernando Haddad, durante a entrevista coletiva que ele próprio convocara. Este é o jogo político em que a soma nunca resulta em zero. Se um tropeça, como foi o caso de Haddad, e o dólar sobe e a bolsa cai, o outro observa e avança uma casa, sem poupar os sorrisos, os abraços, as promessas e os tapinhas nas costas.
A Fala Que Todos Precisavam Ouvir, Mas Poucos Ousariam Proferir
Nas esferas políticas internacionais, palavras muitas vezes são trocadas com cautela excessiva e ações concretas são raras. Mas houve uma exceção notável durante a recente reunião do Conselho de Segurança da ONU: o discurso impactante do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira. O ministro foi incisivo: “O Conselho de Segurança realiza reuniões e ouve discursos, sem ser capaz de tomar uma decisão fundamental: pôr fim ao sofrimento humano no terreno”. Ele fez a pergunta que pairava no ar, mas que poucos ousavam formular: “Se não agora, quando? Quantas vidas mais serão perdidas até que finalmente passemos da retórica à ação?”.
Um Chamado à Responsabilidade Global
O que torna o discurso de Vieira na ONU verdadeiramente notável não é apenas sua clareza e ousadia, mas também sua disposição em desafiar o status quo em um momento de extrema sensibilidade. É um chamado à responsabilidade global, um lembrete de que a diplomacia deve ir além da política e abordar a humanidade em seu núcleo. Em um mundo onde a diplomacia muitas vezes falha em transcender a retórica, o Brasil, através de Mauro Vieira, demonstrou que é possível e necessário ser corajoso. Ele nos lembra que no coração da diplomacia deve sempre residir um compromisso inflexível com a paz e a justiça globais.
Pito em secretário
Quem está precisando também de um pito no governo do Índio é o secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro. O jornalista gaúcho que galgou o primeiro escalão por indicação de uma ex-primeira-dama vive a trocar os pés pelas mãos. A todo momento assina seu atestado de incapacidade para a função. Se já não bastassem as inúmeras barbeiragens cometidas em tão curto período de sua gestão, recentemente ele exonerou um servidor, que estava afastado para tratamento de tuberculose. O enfermo ficou sabendo da exoneração por amigos que acompanham o Diário Oficial. Tanta sensibilidade expressa em discursos do secretário faltou no desrespeito ao básico dos direitos trabalhistas e de maneira tão torpe com o objetivo de contratar um apaniguado. Não pensem os petistas de carteirinha que trabalham na Secult estarem livres da tesoura do Bruno. A primeira a receber o “bilhete azul” em sua gestão foi a secretária de cultura do PT, Lila, muito querida no partido.
Messi consagrado em toda a imprensa mundial
Ao receber pela oitava vez a bola de ouro como melhor jogador do mundo, Lionel Messi foi o destaque ontem em emissoras de rádio, televisão, jornais e revistas de todo o mundo. O extraordinário craque argentino, com a humildade de sempre, declarou que será a última vez que ele recebe o troféu. Ele sabe que o norueguês Haaland, com 23 anos, e o francês Mbappe, com 24 anos, são os dois craques que deverão subir nos pódios do futuro. Nenhum brasileiro se destaca.
A Espanha viveu ontem um dia histórico
A princesa Leonor, primogênita do rei, jurou à Constituição espanhola, já que ela será a rainha. A Espanha parou e várias solenidades foram realizadas. A jovem tem empolgado o país pela inteligência, pelo talento e curiosamente é militar. A Espanha terá uma rainha para chamar de sua. Essa extraordinária encheu as ruas de Madrid no dia de ontem.
Corte em pé de guerra
Grupos de interesse. Assim passou a ser chamada a corte no estado moderno, segundo a Ciência Política. Antes também eram conhecidos como “amigos do rei”. Hoje não são poucas as alcunhas pejorativas a denominar essa turma que se dá bem nas tetas da viúva e marca presença em todas as esferas do poder, seja federal, estadual ou municipal. A influência é grande nas decisões dos líderes, que não deixam de ser bem recompensados. Por serem constituídos por gente, os grupos de interesse não são imunes às tentações da ambição, cobiça e ganância. Quando isso ocorre, principalmente em véspera eleitoral, o resultado não é positivo. Para não colocar em risco sua reeleição, o prefeito Bruno Reis precisa botar ordem na corte, que está em pé de guerra. Os grupos de interesse, herdados da gestão anterior e os atuais, estão beligerantes e já há baixas que podem custar caro no ano que vem.
França assustada com atos antissemitas
Na França moram 5 milhões de muçulmanos e 600 mil judeus. Ataques e ameaças estão preocupando o governo francês. Em Paris, ontem, uma mulher foi atacada, era judia. O episódio preocupa o governo francês.
Uma excelente peça publicitária anuncia o maior evento da Bahia no dia 30 de novembro
É o Fórum Baiano de Direito das Cidades que vai acontecer no dia 30 de novembro em Salvador na Pupileira. Notável o trabalho da jurista e empresária Isabela Suarez no evento.
O Brasil perdeu um grande jurista, a Bahia, o Mestre de direito que formou várias gerações
Morreu essa semana e foi cremado ontem o Mestre Dylson Dória. Extraordinário jurista que formou várias gerações e empolgou os tribunais superiores de Brasília quando ia defender as suas causas. Ele foi um homem que publicou uma série de livros sobre direito comercial. Um homem talentoso e um jurista de coragem. O Mestre Dylson Dória tinha um humor ímpar e uma coragem extraordinária. Quando ACM era o todo-poderoso na Bahia, que dominava, inclusive, o judiciário, os seus inimigos procuravam o advogado Dylson Dória para defendê-los. Isso criou uma rivalidade, mas ele jamais se intimidou. Para a honra do editor deste blog, ele foi seu professor na Universidade Católica de Salvador como estudante de direito. Mais tarde o editor, já entregue à carreira jornalística, tinha no professor Dylson Dória um conselheiro e amigo para sempre. É um homem que entrou para a eternidade pelo brilho e pelo seu talento. O Brasil perdeu um extraordinário jurista.
Férias convenientes
O consagrado escritor e jornalista brasileiro Elio Gaspari publicou, ontem em sua coluna, que dentre outros jornais é reproduzida no Estadão e no Globo, que, enquanto manda para o front milhares de jovens judeus, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tem seu filho passando férias em Miami. A imprensa norte-americana não revela, até porque os Estados Unidos estão apoiando o primeiro-ministro de Israel. É provável que agora que o fato seja noticiado, vamos ter repercussão mundial.