Rindo à toa

O costumeiramente sisudo ministro da Casa Civil, Rui Costa, passou a segunda-feira com um largo sorriso no rosto, o que chamou a atenção de muita gente. Uma vez que não havia ganhado na Mega-Sena, que mais uma vez ficou acumulada, o motivo do júbilo de Rui Costa só poderia ser os escorregões do seu colega da Fazenda, Fernando Haddad, durante a entrevista coletiva que ele próprio convocara. Este é o jogo político em que a soma nunca resulta em zero. Se um tropeça, como foi o caso de Haddad, e o dólar sobe e a bolsa cai, o outro observa e avança uma casa, sem poupar os sorrisos, os abraços, as promessas e os tapinhas nas costas.

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