A solenidade de abertura do 15º Salão Imobiliário, promovido pela Ademi Bahia, teve momentos de tensão e constrangimento. Faltou a cadeira do papagaio de pirata do governador Jerônimo Rodrigues. De última hora, o cerimonial precisou acrescentar um assento na mesa das autoridades para acomodar o vice Geraldo Júnior. Ele tinha esperança de discursar no evento, mesmo isso se configurando numa quebra de protocolo cerimonial. Não percebera o mau presságio da falta de lugar para ele na mesa. Pra quê? Se fosse diferente, não seria o próprio. Quem acompanhava as reações dele, notou a ansiedade expressa no inflar da face diante da expectativa de ouvir seu nome ser chamado a falar. Ele não foi chamado.
Adversários bolsonaristas no STF vão perder
Quem pensa em esvaziar os poderes do STF vai dar com os burros n’água. Há um grupo maior liderado pelo presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, que não deseja. Acompanham ele o líder do PSD da Bahia, Otto Alencar; o líder do governo no Senado, o senador pelo PT da Bahia, Jaques Wagner; o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues; além dos líderes do MDB, senadores Eduardo Braga e Renan Calheiros. Já os que desejam são a senadora pelo PP, Tereza Cristina, bem como o líder do PL na Câmara, o deputado Carlos Portinho. O detalhe é que o presidente Lula vai vetar e como tal os descontentes terão que recorrer ao STF. O STF vai votar contra ele?
Milicianos bolsonaristas tomam conta do Rio de Janeiro
Ninguém tem dúvidas de que os milicianos bolsonaristas tomaram conta da Cidade Maravilhosa. O governador perdeu o controle, a polícia do Rio também e até o governo federal. O curioso é que as milícias cariocas são responsáveis inclusive pelos bárbaros assassinatos de três médicos brasileiros. O detalhe é que a Polícia Militar e a Polícia Civil do Rio estão envolvidas com esses milicianos, sem se falar no ex-presidente e seus filhos.
TSE julga Bolsonaro terça-feira
O pleno do TSE vai julgar o ex-presidente Bolsonaro, mais uma vez, na terça-feira. E se for decretada a prisão dele?
PEC do Plasma: Nem lá e Nem Cá – I
O plasma sanguíneo, componente líquido do sangue, é vital para a produção de imunoglobulinas e fatores de coagulação, produtos essenciais para o tratamento de uma série de doenças. No entanto, o processo de coleta, processamento e armazenamento de plasma é delicado e requer procedimentos específicos para garantir sua qualidade e eficácia. No Brasil, uma questão central é o fato de que os hemocentros, tanto públicos quanto privados, não recebem remuneração pela venda de plasma. Esta falta de incentivo financeiro leva, infelizmente, a uma falta de interesse em seguir os procedimentos adequados para garantir a qualidade do plasma coletado. Especificamente, para que o plasma seja aproveitado para a extração de imunoglobulina e fatores de coagulação, é essencial que seja congelado imediatamente após a coleta. Este passo crítico muitas vezes é negligenciado, resultando na perda de valiosas imunoglobulinas, restando apenas a albumina para uso posterior.
PEC do Plasma: Nem lá e Nem Cá – II
O argumento, portanto, é claro: ao remunerar os hemocentros pela venda de plasma, cria-se um incentivo para que essas instituições sigam os protocolos corretos de coleta e armazenamento. Este estímulo financeiro poderia levar a uma melhoria significativa na qualidade do plasma coletado e processado no país, garantindo que os pacientes brasileiros tenham acesso a medicamentos hemoderivados de alta qualidade. Em muitos países, a indústria de plasma opera com rigorosos controles de qualidade, em parte devido aos incentivos financeiros associados à venda de plasma. O Brasil tem o potencial de seguir o mesmo caminho, garantindo que seu plasma seja de qualidade superior e possa ser usado na produção de uma gama mais ampla de produtos hemoderivados. A implementação de um sistema de remuneração poderia ser a chave para desencadear esta transformação, beneficiando pacientes em todo o país.
A Importância da Não-Remuneração na Doação de Sangue: Um Passo Decisivo na PEC do Processamento de Plasma Humano
A recente aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 10/2022), que trata da regulamentação do uso do plasma humano em novas tecnologias e produção de medicamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), gerou um debate crucial: a possibilidade de remuneração dos doadores de sangue. A questão da comercialização de plasma e seus derivados está no centro da discussão. O argumento central é que o plasma não é um órgão, e a regulamentação visa aproveitar um recurso valioso, muitas vezes desperdiçado. A não remuneração para doadores de sangue e plasma é crucial para preservar a integridade do processo de doação no Brasil, evitando conflitos de interesse e mantendo a doação de sangue como um ato voluntário e altruísta. À medida que a PEC avança, é imprescindível assegurar que a remuneração dos doadores de sangue permaneça fora de questão.
PSB já tem duas candidatas a duas importantes prefeituras
A deputada federal Lídice da Mata, da Bahia, e a deputada federal Tábata Amaral, do PSB de São Paulo, são as duas parlamentares que já colocaram candidaturas na mesa e as duas são bem avaliadas no Congresso Nacional e nos seus estados.
Tudo por dinheiro I
Se engana quem pensa que o alcaide de Mata de São João foca, atualmente, apenas em seus negócios imobiliários. Mamonista de mão cheia, onde há cheiro de dinheiro é para lá que ele vai. Foi assim na política, onde estrategicamente escolheu o município onde está a Praia do Forte para se eleger prefeito. Já lançou vários condomínios no balneário, onde ainda é dono de vários terrenos, inclusive aquele em que ocorre o disputado réveillon, do qual não é qualquer bagatela que embolsa para a locação da área à festa.
Tudo por dinheiro II
Tem chamado a atenção a expansão da rede de supermercados do alcaide de Mata de São João em Salvador. Uma nova loja está em construção num terreno na saída do Cidade Jardim, na Avenida Jutahy Magalhães Jr. Um dia, o local já foi considerado área verde de preservação. Hoje, empresários da construção ficam estupefatos com o vultoso investimento feito para a nova filial do HiperIdeal. Na área, foi realizada uma terraplanagem com o corte de um morro e agora se ergue uma contenção na encosta para depois ser iniciada a edificação. Nada baratinho.
Tudo por dinheiro III
Se não encontrou dificuldades para construir a loja do Cidade Jardim, devido às suas relações políticas, João Gualberto deparou-se com uma pedra no seu caminho no projeto de uma nova filial no bairro de Ondina. Chegou a comprar dois pequenos prédios na entrada da Avenida Sabino Silva, que dá para a Avenida Centenário, mas deu com os burros n’água, quando tentou adquirir o estratégico terreno do posto de gasolina, que fica na esquina. O dono do estabelecimento rejeitou a proposta, dizendo-lhe que o posto não estava à venda e que “nem sempre o dinheiro compra tudo”. O alcaide de Mata João pagara R$ 600 mil por cada apartamento dos dois pequenos prédios vizinhos.
Tudo por dinheiro IV
O mamonista João Gualberto não dá ponto sem nó. Todo o investimento, financiado, claro, por linhas de crédito subsidiadas, que vem fazendo na expansão de sua rede de supermercados é para passá-la adiante logo, logo. Vai seguir os passos de seu concorrente do Atakarejo. Empresas gestoras de investimentos, como a Pátria, que adquiriu o Atakarejo, estão sedentas pela compra de ativos no setor supermercadista. Seja em qual ramo atue, varejo, imobiliário ou na política, o interesse do alcaide de Mata de São João é sempre pôr o dindim no bolso.