SulAmérica terror II

A maioria dos associados que foram notificados da exclusão do plano tem entrado na justiça comum e 100% tem conseguido liminares em primeira instância para se manterem no plano. A SULAMÉRICA, sentido a derrota iminente, trocou um famoso escritório de advocacia de Recife por um prestigiado advogado dono de faculdade em Salvador, Fredie Didier, achando que vai criar jurisprudência por esse escritório possuir forte penetração no judiciário baiano. Fredie Didier, além de dono de faculdade, é neto do ex-governador Luiz Viana Filho.

SulAmérica terror III

Os segurados da SULAMÉRICA já estão se mobilizando nacionalmente para fazer uma campanha de boicote à REDE D’OR – que vem a ser a dona da SulAmérica. Vale ressaltar que a seguradora vem fazendo uma operação para sufocar e quebrar pequenos e médios grupos médico-hospitalares com intuito de monopolizar o sistema de saúde nacional. O CADIN, Ministério Público e Polícia Federal já estão de olho no grupo D’OR / SULAMÉRICA.

Ponto para o Brasil

O fato de Donald Trump ter sido fichado numa delegacia do estado da Geórgia e a imagem ter corrido o mundo leva o brasileiro a acreditar que esta é uma das poucas situações em que o Brasil está à frente dos Estados Unidos. Afinal, mais do que um ex-presidente ter “tocado piano” numa delegacia, como fez Trump nesta quinta-feira, o Brasil registra o caso de um antigo presidente ter sido condenado pela justiça a cumprir pena em regime fechado, como ocorreu com Lula entre abril de 2018 e novembro de 2019. Vantagem brasileira, sem a menor dúvida.

Polícia Federal empurra Bolsonaro até o pescoço I

A Polícia Federal está vidrada em prender o ex-presidente e seu clã, para tanto a estratégia da vez é convocar todos para serem ouvidos conjuntamente, com a finalidade de obter os depoimentos e pegá-los em contradições, que, aliás, já se tornou rotina quando o tema é desmentir Bolsonaro. 

Polícia Federal empurra Bolsonaro até o pescoço II

A miríade de versões sobre os temas das investigações só fazem Bolsonaro se afundar mais e mais a cada dia, porém, tais falácias não se sustentam mediante provas materiais que vêm sendo coletadas, como os extratos entregues ao Supremo essa semana, que Bolsonaro já pediu para não serem divulgados ao público para não desmoralizar mais ainda o ex-presidente.

Polícia Federal empurra Bolsonaro até o pescoço III

A cena pitoresca que pulula a mente popular nos dias de hoje é a do ex-presidente em um cadafalso, com a corda no pescoço, e um carrasco com a foice em movimento. Brincadeiras à parte, o cenário para o Brasil é triste, desmoralizante ver um ex-chefe do poder nacional envolvido em tantas coisas ao mesmo tempo.

Menos, Arthur Maia

No dia do soldado, ontem, o presidente em exercício Geraldo Alckmin foi prestigiar o evento no Forte Apache em Brasília. O comandante do Exército, general Tomás Paiva, em pronunciamento vibrante, foi categórico em defender o Verde-Oliva. O presidente da CPMI dos atos golpistas, o deputado federal pelo UB da Bahia, Arthur Maia, saiu em defesa das Forças Armadas. Não é necessário, Maia, você tem de cuidar da CPMI dos atos golpistas e não aceitar mais acordos para não ser chamado de pizzaiolo.

Filhinho do papai

O jovem garanhão dos condomínios da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, Jair Renan Bolsonaro, dessa vez, parece que se enroscou numa situação complicada. Se, no passado recente, o filho caçula do ex-presidente Jair Bolsonaro, apenas figurou nas páginas policiais por causa de um “crush” com a filha de um miliciano envolvido no assassinato da vereadora Marielle Franco, agora tudo indica que a barra pesou. É alvo, junto com outros amigos, de investigações da Polícia Civil do Distrito Federal sobre estelionato, falsificação de documentos, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Sorte dele ser filhinho de ex-presidente. Enquanto, para os outros suspeitos, houve mandados de prisão, Jair Renan ficou numa boa. Só mandados de busca e apreensão em seus endereços residenciais. O filhinho do papai tem costa larga e usufrui dos privilégios da “república” brasileira.

Governo rico e povo pobre

Os rankings de competitividade de estados e municípios, divulgados esta semana, revelaram que tanto o governo da Bahia quanto a prefeitura de Salvador se equivalem nos pífios resultados apresentados. Ambos só se destacaram na questão fiscal. Só sabem cobrar impostos. Infelizmente, no levantamento realizado pelo Centro de Liderança Política (CLP), os recursos auferidos da sociedade demonstram não estarem sendo revertidos em investimentos públicos que criem um ambiente de negócios favorável ao desenvolvimento econômico e social do estado e da capital, com oferta de oportunidades aos cidadãos. São vergonhosos os desempenhos apresentados em educação, saúde, infraestrutura, inovação, saneamento, capital humano e sustentabilidade social e ambiental. A quem interessa mesmo o governo rico, seja estadual ou municipal, e o povo pobre?

Abel Ferreira é o cara para o Brasil

A campanha extraordinária que o Palmeiras está fazendo em todos os torneios que tem participado credencia seu técnico, Abel Ferreira, como hoje o melhor do Brasil. O português tem dado um show e é muito melhor do que o técnico do Fluminense, que a CBF colocou na seleção brasileira. O Fluminense não faz uma campanha como o Palmeiras e não revela jogadores como os palmeirenses. A CBF faria um bem ao país se anunciasse o técnico do Palmeiras como titular da seleção brasileira. 

Vergonhoso privilégio tributário

Por falar em impostos… A revolta foi geral nas redes sociais quando se divulgou a isenção tributária da escola mais cara de Salvador. Apesar da milionária receita de mensalidades no valor de quase R$ 8 mil, pagos pela fina flor da elite soteropolitana, a Escola Pan Americana era isenta de IPTU, ISS, taxa de lixo e TFF, principais impostos e taxas municipais. A denúncia pegou mal e a Sefaz anunciou que vai rever o vergonhoso privilégio. Isso poderá incidir no aumento das caríssimas prestações escolares, mexendo nos bolsos dos endinheirados da capital baiana.

Recorde 

Quinze trilhões e meio de dólares é quanto o turismo vai faturar em 2023, segundo previsão do Conselho Mundial de Viagens e Turismo. Para se ter ideia, isso representa 16,6% do PIB mundial. É muito dinheiro. 

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