Trump chama diretores do FBI e CIA de canalhas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acaba de abrir nova frente de combate dentro do seu próprio país, chamou o diretor da CIA e o diretor do FBI de canalhas. 

Trump é elogiado pela comissão da Câmara dos Deputados

A Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados votou moção de aplausos para o presidente dos Estados Unidos. A iniciativa foi do líder do PL, o deputado Sóstenes Cavalcante. 

Ele novamente! Messi bate recorde

O extraordinário Lionel Messi, em jogo pela liga norte-americana, fez dois golaços, o que mereceu elogios de David Beckham, dono do seu time. O argentino é realmente “the best”.

Supersalários no topo, crise na base

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) mostra um abismo institucional: juízes recebem supersalários por meio de verbas indenizatórias que driblam o teto constitucional e o Imposto de Renda, enquanto servidores de base sofrem com arrocho salarial, sistema de saúde precário e acúmulo de dívidas. Essa desigualdade é resultado de decisões orçamentárias que favorecem a elite do Judiciário e ignoram a base.

Mecanismos de distorção e precarização

Magistrados recebem auxílios diversos como se fossem indenizações, criando uma remuneração paralela milionária. Enquanto isso, servidores enfrentam salários congelados, más condições de trabalho, endividamento e acúmulo de funções. Além disso, o TJ-BA propõe a contratação de assessores sem concurso, afrontando a Constituição e abrindo espaço para favorecimentos políticos.

Crise moral e necessidade de mudança

A lógica orçamentária do TJ-BA favorece os altos cargos e sacrifica os servidores. Reajustes e benefícios são negados à base, mas aprovados rapidamente para o topo. O Judiciário baiano vive uma crise ética: com corrupção, privilégios e abandono institucionalizado. Para ser legítimo, o sistema de Justiça precisa começar com justiça dentro de si mesmo.

Vira-latas?

A primeira-dama Rosângela Lula da Silva mais uma vez deveria se abster de opinar, especialmente em um dos momentos mais críticos da história do país. Na gestão de uma crise tão complexa como a criada com Trump por Lula, Bolsonaro e o BRICS, não existe lugar para quem não saiu da quinta série.

Vira-latas? II

As “sábias” palavras da primeira-dama ganharam mais destaque nas redes sociais do que o posicionamento do Itamaraty. Constrangidos por Janja, dezenas de milhões de brasileiros têm vergonha de ter como governante um presidente semi-analfabeto, que escolheu uma primeira-dama que não representa as mulheres do Brasil.

Embraer na fogueira

No páreo para ganhar contratos multi bilionários, a Embraer é de longe a maior prejudicada na guerra de narrativas infantis travada por Trump, Lula, Moraes e Bolsonaro. Bom para a Boeing, Lockheed Martin e Airbus, que serão as maiores beneficiadas pela infeliz guerra comercial entre Brasil e Estados Unidos.

Tarifaço ou embargo

O tarifaço imposto por Trump ao Brasil é considerado por muitos como um embargo a Lula e ao BRICS. Com a nova política do “Big Stick”, Trump sabe muito bem as armas que tem e como incomodar.

Bye bye, Brasil

Dependendo da reação de Lula e Alckmin ao tarifaço de Trump, muitas multinacionais norte-americanas poderão deixar o Brasil, especialmente se o atual desgoverno se fortalecer e um eventual Lula IV se materializar. Mais preparado e educado, o vice Geraldo Alckmin é quem possui as credenciais para promover o diálogo e evitar o desastre.

Articulação bolsonarista prejudica São Paulo mais que demais estados

A trama bolsonarista por trás da decisão de Trump impôs uma tarifa de 50% às exportações brasileiras, mas o estado mais atingido será São Paulo, que concentra indústria pesada e manufatura voltadas ao mercado americano. Como ressalta o governador Tarcísio de Freitas, “São Paulo é um dos maiores exportadores do país, o maior destino de exportações industriais… é quem pagará a conta”. Enquanto esperam resultados de negociações, paulistas enfrentam o risco de demissões e quebra de cadeias produtivas. A irresponsabilidade de bolsonaristas ao alinhar-se aos interesses trumpistas agrava o golpe levado ao setor produtivo de São Paulo.

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