Magistrados recebem auxílios diversos como se fossem indenizações, criando uma remuneração paralela milionária. Enquanto isso, servidores enfrentam salários congelados, más condições de trabalho, endividamento e acúmulo de funções. Além disso, o TJ-BA propõe a contratação de assessores sem concurso, afrontando a Constituição e abrindo espaço para favorecimentos políticos.