A lógica orçamentária do TJ-BA favorece os altos cargos e sacrifica os servidores. Reajustes e benefícios são negados à base, mas aprovados rapidamente para o topo. O Judiciário baiano vive uma crise ética: com corrupção, privilégios e abandono institucionalizado. Para ser legítimo, o sistema de Justiça precisa começar com justiça dentro de si mesmo.