É grande a tensão nos bastidores da joalheria Antônio Bernardo, no Rio de Janeiro. Acusada de vender jóias sem nota fiscal ao governador Sérgio Cabral, em operações de lavagem de dinheiro explícitas, a empresa negocia um acordo de leniência enquanto tem a caixa postal congestionada por e-mails indignados de ex-clientes. Dois deles, um casal, comunicaram que iriam aposentar as alianças compradas ali e juraram nunca mais fazer qualquer compra na rede. A máscara do joalheiro, que posava de bom samaritano ao patrocinar o orquidário do Jardim Botânico, por exemplo, caiu.
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