A reabertura do aeroporto da Pampulha para voos nacionais pela Infraero, que está prestes a sair, fará com que a BH Airport, concessionária do aeroporto de Confins, engrosse a lista de concessionárias de serviços públicos que estão exigindo equilíbrio econômico-financeiro de seus contratos. Diferentemente das demais concessionárias de aeroportos, que estão baseando seus argumentos nas projeções pouco aderentes à realidade atual, a BH Airport irá alegar que o plano de negócios apresentado durante a privatização não contemplava a reabertura da Pampulha. Para tentar não depender somente do reequilíbrio para viabilizar sua sobrevivência, restará à BH Airport negociar com o Partido da República, que controla a Infraero e enxerga na reabertura do terminal uma das grandes oportunidades de aumentar sua influência em Minas, um plano de negócios e de voos mais tímido para a Pampulha. Nada que uma boa doação dos acionistas controladores da CCR nas pessoas físicas não resolva.
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